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24 de mar. de 2014

Rápido, Antes que Acabe!

Recentemente a Editora Packt lançou o seu título número 2000 e para comemorar lançaram uma promoção que começou dia 18 de março e vai até dia 26 de março (agora são 23H00min do dia 24/3!): Compre Um e Ganhe Outro.

A Packt tem sido a maior editora de Pentaho nestes últimos anos. Já lançaram livros sobre o PDI, o Report Designer, BigData Analytics. Além disso, eles lançaram um livro sobre praticamente qualquer outro aspecto de BI (Postgres, Hadoop, R etc.) e Informática em geral - de sistemas operacionais (Ubuntu, CentOS, Debian etc.) a servidores de aplicação (TomCat, jBoss e GlassFish), passando por linguagens de programação (de C e Java a Haskell - HASKELL!!!), TYPO3 (CMS), Sugar (CRM), Zabbix (infra-estrutura), Zimbra (groupware), Asterisk (VoIP), Funamboll (?), SilverStripe (??), phpBB (fórum), Angular, Ajax, HTML5, Spark, Android, OpenCV, Zen, Bonita, SOA, Drupal, WordPress, Samba, Octave, Kafka, Gimp, Unity, OpenCL, VirtualDub...

Cloud? OpenStack, virtualização, clusters...

E não fica só nos softwares livres, não! Você tem de IBM (WebSphere, Lotus etc.) e Microsoft (SQL Server, Windows Server, Dynamics) a QlikView e Oracle, passando por quase tudo que você puder imaginar. Que tal SAP ABAP? Ou talvez JD Edwards, VMWarem, Hyperion, Citrix, PowerShell...
Hardware? Também! Raspberry Pi (superclusters!!), BeagleBone (??)...

Mas, de longe, o livro mais exótico é "Instant Minecraft: Pi Edition Coding How-to". Da descrição do livro: "faça o mundo Minecraft interagir com o mundo real". Fala sério...

Eu tenho cinco livros da Packt:
Minha biblioteca Packt praticamente só tem Pentaho e Bonita!
Minha biblioteca Packt praticamente só tem Pentaho e Bonita!
Enfim, resumindo: você precisa ganhar conhecimento de qualidade, útil, prático, e em pouco tempo? Invista num livro da Packt.

Até dia 26/3/2014, dois pelo preço de um, direto no site deles.

Compre sem medo, vale muito a pena.

20 de abr. de 2013

Pentaho na Prática!






Visite o post de lançamento no GeekBI para conhecer um pouco mais e baixar um capítulo de degustação.

10 de ago. de 2012

Provando o Próprio Remédio

Há algum tempo eu criei um projeto aberto de BI chamado ApacheBI. É uma solução básica de BI para tratar e monitorar os logs do Apache. Recentemente uma pessoa da lista do Pentaho Brasil perguntou sob qual licença ele está.

Ahn? Licença? Ppptttuuuuuiiiiiii....

Só então eu me dei conta que meu trabalho, publicado no SourceForge, aberto e livre, não tinha nenhum tipo de licença!

Fácil de resolver: é só escolher uma.

...
....
.....

E qual escolher???

Ok, isso eu já sei: livre para usar, modificar, distribuir e distribuir modificado.

Eu também não proíbo ninguém de vender nada com o meu projeto embutido - fico feliz se conseguir usá-lo para ganhar dinheiro. Pensando um pouco, eu não quero que ele venda o meu trabalho como se fosse dele. Logo, tudo bem ganhar dinheiro desde que não seja cobrando por algo que outro fez. Eu não ligo se você montar um BI Server, implantar meu projeto e cobrar por ter montado e implantado a solução. Mas vou ficar bravo pacas se você colocar o meu projeto num pendrive e vender tudo por muito mais que o pendrive vale. Não foi você quem fez, quem disse que pode usurpar meu esforço e cobrar por ele???

E o que mais? Com certeza eu vou gostar de ver meu nome (e do Edu) nos créditos de um sistema que use o ApacheBI. Logo, eu quero que quem use saiba de onde veio. E quero que o cliente que comprar ou baixar qualquer coisa com o ApacheBI embutido possa acessar o mesmo código que deu origem ao produto.

Por outro lado, se o integrador adicionar know-how à minha solução antes de vendê-la, eu não vou obrigá-lo a mostrar o segredo dele. Se ele quiser abrir a extensão, fine. Se não quiser, fine too. Afinal, eu posso decidir sobre o meu trabalho, em acordo com o Edu, mas não sobre o de outrem.

Eu apreciaria imensamente receber dicas, sugestões e patchs para melhoria do ApacheBI, mas se alguém o alterar e não quiser mostrar, ok. Não acho certo forçar ninguém a nada.

Resumindo, preciso de uma licença que dê:
  1. As quatro liberdades básicas - uso, distribuição, alteração, distribuição da alteração.
  2. Obrigatoriedade de mencionar que embute o ApacheBI.
  3. Obrigatoriedade de informar onde achar o código-fonte.
  4. Liberdade para empacotar o ApacheBI com código proprietário e fechar a solução.
E aí, qual licença dá isso?

15 de jun. de 2012

Software Livre na Secretaria de Saúde do Pará

Acabo de ler a notícia que a Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará construiu uma solução de BI com Pentaho para análise georreferenciada dos dados coletados pelo Ministério da Saúde. Eu fiquei sabendo disso pelo LinkedIn, que divulgou o post no blog do Márcio Vieira, da Ambiente Livre (que é a empresa que treinou esse pessoal.)

Eu comento mais sobre o "BI" desse caso no meu blog dedicado ao assunto, o GeekBI.

7 de fev. de 2012

Solução de Inteligência de Negócios

Uma Solução de Inteligência de Negócios é o emprego do conhecimento sobre seu negócio (a Inteligência de Negócios) através de uma ferramenta informatizada. Simples?

Sim e não.

Primeiro, o sim-simples. Como conseguir conhecimento sobre seu negócio.

Vamos pegar um exemplo clássico: sabe-se hoje que é muito mais barato manter clientes que adquirir novos clientes. Isso é um conhecimento sobre negócios em geral, é "inteligência de negócios". Qualquer problema que aumente a chance de um de seus clientes abandoná-lo em favor do concorrente deve ser tratado com atenção, para evitar que esse risco se concretize.

Eis o mesmo exemplo, em formato de projeto, e mais alguns:
  • Churn (perda por atrito): se você é do ramo de telefonia, um projeto de data mining sobre sua base de usuários vai ajudá-lo a determinar o perfil do cliente perdido e o que o levou a abandoná-lo.
  • Cross-selling/up-selling: se você é um varejista (banco, supermercado, posto de gasolina, farmácia etc.), instale um programa de fidelidade (para identificar seu cliente) e rode um projeto de data mining para descobrir os perfis de clientes. Identifique aqueles que se encaixam em um perfil de gasto X, mas que estão gastando consideravelmente menos e defina uma ação de marketing para estimular o gasto desse perfil.
  • Capacity planning: se você é uma empresa de serviços públicos essenciais, como água, luz e telefonia, analise sua rede (com data mining, sempre) e descubra os sinais que indicam perdas (de água, luz, sinal etc.) Depois aplique o resultado dessa análise contra a rede toda, para achar pontos de perda ainda ignorados e demandas reprimidas.Isso vai reduzir suas perdas e ajudar a planejar melhor seu crescimento. (Incidentalmente esse projeto ainda te ajuda a evitar que clientes processem sua empresa por cobranças incorretas.)

Nesses três exemplos o resultado é sempre uma equação ou função de algum tipo, que permite avaliar clientes (ou setores) novos em função do histórico de outros clientes (ou setores.) Só por curiosidade, esses três projetos são parte de uma solução maior, chamada de Gerenciamento do Relacionamento com Cliente (ou na sigla em inglês, CRM.)

A Solução de BI, nesses casos, é feita embutindo os resultados dos projetos de Data Mining (empregando o conhecimento do seu negócio) nos sistemas que compõe sua linha de frente (através de uma ferramenta), e mantendo controle sobre a qualidade dessa solução (para evitar que mudanças na realidade tornem seu modelo inútil e te faça perder dinheiro ao invés de ganhar.)

Como eu fiz questão de explicitar, todo esse conhecimento, essa Inteligência de Negócio, é resultado da exploração dos dados da empresa com ferramentas de estudos para grandes volumes de dados, usando o conhecimento do seu negócio em busca de respostas objetivas.

Colocando de outra forma: se você não entende o que o seu negócio faz, nenhum projeto de BI vai mudar sua empresa. Se você entende, usar os dados para responder perguntas precisas vai gerar resultados oportunos, precisos, valiosos e práticos.


E a parte não-simples?


Criar os processos para obter esses resultados e usar seus resultados é que é o desafio real, o que vai gerar um alto ROI.

Diga: você sabe que perguntas responder? Como obter essas respostas? E o que fazer com elas, para que elas gerem valor para sua empresa?

O passo zero é conhecer seu negócio e escolher o que atacar primeiro. Depois, o passo um é ter um Data Warehouse. Com algum histórico de dados acumulados, você está pronto para o passo dois, quando seleciona uma equipe de Data Mining e os faz buscar as respostas.

Com o resultado em mãos (um modelo matemático), cumpra as duas últimas etapas: três, monte um processo de aplicação contínua aos dados on-line (e faça dinheiro, identificando clientes que podem ir embora, ou que poderiam comprar mais, ou falhas na sua rede etc.) e, quatro, monte o processo de avaliação da qualidade dos resultados (para que você não seja pego de surpresa quando seu modelo descolar da realidade - quando isso acontecer, recalibre-o ou refaça-o.)

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Existe uma categoria simples de solução, que não envolve Data Mining e pode ser usada por um vasto número de pequenas e mesmo médias empresas: OLAP. Um bom DW e uma boa ferramenta OLAP permitem aos analistas de negócio explorar os dados em buscas de perguntas (e suas respostas) que vão melhorar o desempenho da empresa. Ainda que os resultados possam virar parte da cultura da empresa ("o cliente que volta duas vezes, volta a terceira, mas apenas 10% volta a quarta vez") eles não necessariamente serão embutidos nos sistemas on-line, porque são ad-hoc.

19 de jan. de 2012

Sobre o Valor de Licenças de Software em BI

O Serpro, a empresa na qual trabalho, vive o mesmo dilema de qualquer empresa que resolva investir em SL: comprar uma licença.
Peraí. SL não é livre? Então não precisa pagar, não é?
Não tem nada a ver. SL é livre se pode ser usado, modificado e distribuído (modificado ou não) livremente. Porém, como qualquer outro produto, precisa de conhecimento para ser bem usado. E é ai que entram os custos de SL.

Eu já discorri sobre isso na apresentação feita na Fatec, então não vou me repetir. Vou apenas adicionar um pouco sobre isso no campo de BI.

Sobre licenças de software no mundo de BI: solução barata, em BI, custa um milhão de dólares. Solução boa é de cinco milhões, mas eu gostava mesmo era das de dez em diante (a proposta mais cara que eu vi era de dezessete milhões de dólares, inicial, e renovação de cinco milhões de dólares anuais.) Veja porquê.

O valor cobrado pelas suites livres (Pentaho, Spago, Jasper) é o mesmo que fornecedores "comerciais" cobram de consultoria para instalação e treinamento. Eu sei disso porque eu vendia SAS e concorria diretamente com a MicroStrategy e a Informatica. Eu nem sequer visitava o cliente se ele não pedisse proposta que desse, pelo menos, meio milhão de dólares. Pelo valor que a Pentaho cobra, eu usava só uns quinze minutos para atender o cliente, mandando uma proposta pré-formatada: preenchia os nomes do contato e da empresa, imprimia em PDF e mandava por e-mail (nem mandava por correio, que era a norma da empresa.)

Em 2009, fizemos eu e Gerson Tessler, no Serpro, uma conta rápida para mostrar uma das vantagens do Pentaho: o valor que o Serpro pagou de upgrade do MicroStrategy dava para pagar mais de cinquenta anos de licença Pentaho, com usuários ilimitados (em uma máquina modesta, claro; numa parruda dava só uns 20-30 anos.)

Outro parâmetro para comparar: em 2007, só de treinamento em MicroStrategy para a equipe na qual eu estava (e que cuidava do DW PF da RFB) gastamos R$50.000,00. Isso não é caro, é preço de mercado, praticado até mesmo pela Pentaho. Foram vários cursos, para umas quatro pessoas (fora um gratuito.)

Deu para pegar uma proporção?

O custo é sempre relativo ao retorno. Como o retorno de BI sempre é MUITO grande, licenças de BI comercial tendem a ser caras. Como a maioria das empresas ainda não descobriu como usar o verdadeiro poder do BI para aumentar sua lucratividade, a Pentaho vende a suite pelo seu maior valor de face, que é ferramenta de exploração de dados (a.k.a. relatórios.) Esse é um dos motivos pelo qual ela cobra pouco. Só para não ficar dúvidas: mesmo assim, vale a mesma coisa que as caras - e eu me refiro ao SAS e ao MicroStrategy. Se você conhece SAS e MicroStrategy, e já viu o Weka ou Pentaho Analysis, sabe do que eu estou falando.

11 de jan. de 2012

Valores da Hora de Analista de BI

Não é um assunto muito ligado ao tema deste blog, mas é uma pergunta que eu ouço com frequência: quanto vale a hora de um analista de BI? Eu costumo responder que varia 1) se você é PJ ou 2) se é free-lancer (body shop). Se você é PJ e está vendendo diretamente para o cliente, entre R$100,00 e R$200,00 (de jr. a sênior.)

Se você está sendo contratado por uma empresa que vai te alocar em um projeto, eu cobraria a metade: R$50,00-R$100,00. Isso deixa para seu contratador um espaço para a margem dele.

Mas esses valores são uma mistura da minha experiência no SAS em 2000, meu sentimento sobre esse mercado e os valores, e bate-papo com alguns profissionais desse mercado. Esses números são, em inglês, um "educated guess." ;-)

Mas eis que o Ricardo Gouvêa, do blog Planeta Pentaho, achou uma notícia e fez esse comentário:
Já os salários dos desenvolvedores de data warehouse poderão ter contratos com taxas variando de 65 dólares a 85 dólares por hora. Arquitetos de data warehouse podem ganhar 160 mil dólares por ano ou 80 dólares (ou mais, dependendo da experiência) por hora em contrato.
Ele retirou essas informações do site da CIO, mas a Cetax Consultoria também achou informação semelhante no site da Info. Vale a pena conferir, mesmo sendo informação sobre o mercado norte-americano. Na pior das hipóteses você terá uma referência para negociar seu próximo contrato.

11 de out. de 2011

CEO Out, CEO In

Pois é, só vi agora, mas é de 4/10: não é que o Richard Dalley saiu do cargo de CEO?? Ele ficou no board, com iniciativas estratégicas, relacionamento com parceiros e clientes e outras coisas grandes (literalmente). Quem ficou no lugar é o Quentin Gallivan, que fez e aconteceu em uma pá de empresas, e gerou um monte de grana.

Estou meio ressabiado. Quem viu o BI Server 4.0, já deve ter notado as mensagens dizendo que os componentes jPivot e AdHoc Reporting não receberão mais desenvolvimento, e que estão ali por cortesia.

E agora eles trazem um cara com uma "proven ability to lead top-performing teams, his passion for the analytics market and his track record in driving shareholder value". Shareholder value é uma daquelas expressões que significam coisas inerentemente ruins. É muito bom para o dono da empresa, mas nem sempre para os clientes. Espero que ele consiga agregar o aspecto SL no valor para o acionista. Foi isso que tornou o Pentaho famoso e adorado. De outra forma, ninguém nunca teria se interessado por (mais) um produto no mercado de SP BI.

Eu deixei um comentário para o Richard Dalley.

Misturada Louca

Estou testando uma solução do Serpro nas três plataformas: BI Server 3.6, 3.8 e "3.9" (que é a 4.0, na verdade.)

Fora ter que corrigir a 3.6 para não dar o erro XULo, eu preciso purgar o cache do Firefox entre os testes de cada plataforma. Quando eu voltei da 4 para 3.6, a tela ficou assim:
BI Server 3.9.6? BI Server 3.6.9?
Quem já está acostumado vai notar que os ícones da barra de ferramenta da PUC estão com os ícones do BI Server 4. Ainda não fechei o Firefox (depois da purga) para ver se é algum cache mais imediato. Pode ser que suma.

6 de out. de 2011

VINTE MILHÕES DE REAIS

ROI significa Return On Investment, ou retorno sobre o investimento.

Quando eu trabalhei no SAS, uma multinacional de BI, aprendi a usar o ROI como instrumento de vendas, para convencer o cliente que dez milhões de dólares era um preço justo para descobrir qual de se seus clientes preferiam perfumes em embalagens de vidro azul ou de metal vermelho. Ou vice-versa.

A idéia é bem simples. Sejam três valores:
  • Fa = Faturamento mensal antes da implantação da solução
  • Fd = Faturamento mensal depois da implantação da solução
  • Cs = Custo da solução
Vamos calcular quantos meses uma solução leva para se pagar:
  • Cs = R$10.000.000,0
  • Fa = R$3.000.000,00
  • Fd = R$3.500.000,00
Meses para se pagar = Cs / (Fd - Fa) = 10.000.000,00 / 500.000,00 (=ROI)

Cortando os zeros, ficamos com ROI = 100 / 5 = 20 meses.

O que é óbvio, se você pensar um pouco. Ter gasto R$10M (mega-reais :-) ) para ganhar R$0,5M a mais por mês, você vai ter que juntar 20 meses de ganho extra só para pagar o investimento.

Esse normalmente seria um investimento ruim, a propósito. Porém, fatores como financiamento (ou dinheiro reservado para isso, o tal do chest money), o fato de o investimento aumentar o caixa mensal etc. podem fazer valê-lo a pena - mas aí já estamos entrando numa seara mais complicada.

Dos muitos casos que eu vi enquanto trabalhei no SAS, um era assim:
  • Cs = R$3.000.000,0
  • Fa = R$1.000.000,00 / mês
  • Fd = R$3.000.000,00 / mês
  • ROI = R$3M /  (R$3M / mês - R$1M / mês) = 3 / 2 = 1,5 mês
Hum-hum, isso mesmo: milhões (milhões) de reais gastos em um mês foram recuperados nos dois meses e meio seguinte. Em um ano o cliente ganhou VINTE MILHÕES DE REAIS A MAIS por ter gasto três milhões. Permitam-me frisar:

VINTE MILHÕES DE REAIS.

Esse é um caso extremo na indústria de TI, e comum na indústria de BI. É por isso que BI custa muito caro. Se o tal cliente tivesse pago dez milhões, ele teria recuperado em cinco meses.

O caso mais fantástico do SAS, o meu favorito, foi um no qual o investimento se pagou em três semanas. Quanto foi investido, quem comprou o quê? Segredo, mas foi uma empresa famosa, em poucos produtos e foi mais que no caso acima... ;-)